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De acordo com o comunicado do InCI, do total de 23.697 empresas detentoras de alvarás das classes 1 à 9, 77 por cento dos alvarás analisados mantêm as habilitações, 3,3 por cento viram o seu alvará reclassificado, enquanto 18 por cento poderão ver o alvará cancelado. «As causas atribuíveis às reclassificações e cancelamentos devem-se, maioritariamente, a motivos que se prendem com a não apresentação a avaliação (52 por cento no caso dos cancelamentos de alvará) e a problemas de ordem económico-financeira (68 por cento no caso das reclassificações e 7 por cento nos cancelamentos de alvará)», lê-se no documento. A falta de quadros técnicos ou de quadros técnicos com especialização adequada a determinadas habilitações foi responsável por 41 por cento dos cancelamentos e 32 por cento das revalidações. «Nota-se uma franca evolução no cuidado levado a cabo pelas empresas no cumprimento dos seus deveres para com o mercado. Do panorama de mais de 10.000 empresas, em 2006, em igual momento de análise à operação de revalidação, que viam o seu alvará cancelado ou reclassificado passamos, em 2007, a pouco mais de 5.000», afirmou o presidente do InCI, citado no comunicado. «Ainda assim, acrescentou Hipólito Ponce Leão, »vemos quase 20 por cento do total de empresas analisadas poderem vir a ser excluídas do Mercado da Construção«. Numa altura em que está a decorrer a fase de contestação e reanálise das decisões tomadas, e sem considerar as empresas que possam vir a rectificar os dados em análise, existem perto de 22.200 empresas com alvarás, da classe 1 a 9, e perto de 29.900 empresas com título de registo. Fonte: Diario Digital |